quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Histórico da Ong G.V.G.V e seus Objetivos


Grupo Voluntário Guardiões da Vida

FUNDADA EM 23.07.2008
Telefone: 55.9987.2096/8414.0038 / Santa Maria/RS
onggvgv@gmail.com
ongvgvresgate.blogspot.com


Somos uma equipe de Voluntários formados na área da saúde, apoiados por profissionais de outras áreas, com o objetivo de:

I- Promover atividades ligadas ao resgate em acidentes de trânsito, em grandes desastres, em áreas de difícil acesso e situações catastróficas.

ll- Formar grupos de Voluntários em Busca e Salvamento (GVBS);

IIl- Prevenção de acidentes e o apoio às ações relacionadas a realização de busca e salvamento em acidentes, os mais variados, inclusive aqueles ocorridos em atividades de aventura.

IV- Um dos trabalhos do GVGV prevê a formação de profissionais da área da saúde através da realização de Jornadas de Urgência, emergência e trauma.

V– Promover ações beneficentes em prol da manutenção da Organização e seu funcionamento, bem como ajudar a sociedades necessitadas.

Para o desenvolvimento de suas atividades o GVGV poderá

I– Promover e divulgar pesquisas, projetos e estudos aplicados ao turismo de aventura e os critérios de segurança para o exercício dessa atividade;

II– Formar grupos de busca e salvamento em turismo de aventura;

III– Promover o voluntariado e integração social;

IV– Prestar consultoria relacionada às suas atividades a fins;

V– Auxiliar os órgãos governamentais e não governamentais na promoção de turismo de aventura, bem como na conscientização da sociedade sobre os riscos a que estão sujeitos;

VI– Promover cursos, palestras, encontros e treinamentos;

O GVGV é constituído por número ilimitado de associados, pessoas físicas ou jurídicas. Foi fundado em 23.07.2008, regularizado através do CNPJ 10.550.723/0001-18 em 19.09.2008, tendo como CÓDIGO E DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE ECONÔMICA PRINCIPAL:
86.10-1-02 - Atividades de atendimento em pronto-socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências e como SECUNDÁRIAS as atividades de:
86.21-6-02 - Serviços móveis de atendimento a urgências, exceto por UTI móvel;
86.22-4-00 - Serviços de remoção de pacientes, exceto os serviços móveis de atendimento a urgências;
86.40-2-02-Laboratorio clínicos;
86.40-2-14 - Serviços de bancos de células e tecidos humanos;
86.40-2-11 - Serviços de radioterapia;
86.60-7-00 - Atividades de apoio à gestão de saúde;
59.11-1-99 - Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente;
59.13-8-00 - Distribuição cinematográfica, de vídeo e de programas de televisão;
59.14-6-00 - Atividades de exibição cinematográfica;
62.04-0-00 - Consultoria em tecnologia da in formação;

Para o bom funcionamento de uma ONG devemos equacionar 3 tipos de recursos;
1 - Recursos Materiais;
2 - Recursos Financeiros;
3 - Recursos Humanos.
Recursos Materiais são os recursos necessários para o bom funcionamento da ONG como local de trabalho, instalações, equipamentos, instrumentos, ferramentas e matéria prima.
Recursos Financeiros são os recursos necessários para a aquisição (pagamento) dos insumos necessários para se atingir os objetivos da ONG.
Recursos Humanos são os recursos necessários para o trabalho da ONG. Utilizamos a Mão de Obra Voluntária.
O Voluntário Especializado é aquele que exerce determinada profissão (médico, advogado, engenheiro, etc.) e que participa da ONG exercendo a sua profissão e que irão abrir mão dos seus honorários profissionais, ou seja, não querem receber. Então o médico vai fazer um atendimento gratuito, o advogado vai prestar uma orientação jurídica gratuita, etc.
IMPORTANTE: O mais importante nisso tudo é a imagem. Ninguém gosta de contribuir ou colaborar com uma entidade desconhecida ou suspeita. Por isso é importante preocupar-se com a imagem da ONG perante a sua comunidade. Ter uma conduta ética irrepreensível (ter uma imagem de honestidade e transparência); Manter a documentação em dia para provar que a entidade é idônea, que o objetivo é a melhoria da comunidade, que não tem fins lucrativos e que os recursos financeiros não podem ser desviados para outros usos e ser conhecida na comunidade como entidade séria e atuante.












Dr. Vivakanand Satram(Vicky)
Presidente

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Estrela da Vida simbolo do Resgate

Procedimentos para Ressuscitação Cardiopulmonar

Procedimentos para Ressuscitação Cardiopulmonar

Ressuscitação cardiopulmonar é o conjunto de manobras realizadas para restabelecer
a ventilação pulmonar e a circulação sangüínea, tais como, respiração artificial e
massagem cardíaca externa, manobras essas utilizadas nas vítimas em parada cardiopulmonar.
A ressuscitação cardiopulmonar requer uma seqüência de procedimentos parecido
com o ABCD da avaliação inicial com a diferença que o D do RCP se refere a desfibrilação:
● A – Vias Aéreas: manter as vias aéreas permeáveis para a passagem do
ar;
● B – Respiração: ventilar os pulmões da vítima para garantir um mínimo de
troca de ar;
● C – Circulação: comprimir o tórax de forma a realizar uma pressão intratorácica
que faça o coração bombear sangue para os órgão vitais;
● D – Desfibrilação: aplicação de um choque no coração para normalizar os
batimentos cardíacos que entram em movimentos descompassados como a fibrilação
ventricular e a taquicardia ventricular.

Abertura de Vias Aéreas


Abertura de Vias Aéreas

● Estabelecida que a vítima apresenta os sinais característicos de parada cardiopulmonar
você deve iniciar os procedimentos de RCP. Para tanto o primeiro passo é garantir
que a vítima esteja em decúbito dorsal (costas no chão).
● Estando a vítima em decúbito dorsal efetue a abertura das vias aéreas, o que muitas
vezes pode garantir o retorno da respiração se a vítima estava somente em parada
respiratória. Se ao verificar as VVAA você encontrar qualquer objeto (chicletes, próteses)
ou líqüido (vomito, sangue), retire com uma pinça, ou os dedos, ou aspirador, ou ainda
através do rolamento 90º. Não retire dentaduras bem fixas da vitima, pois ela ajudam a
manter os contornos da boca, auxiliando em uma boa vedação para a ventilação.

Tração de Mandíbula


Tração de Mandíbula

Está é a técnica recomendada para abertura de VVAA em vítimas com suspeita de
lesão na coluna cervical ou TCE. Para a tração da mandíbula siga os seguintes passos:
● Deslize suas mãos para cada lado da cabeça e apóie as pontas dos dedos
nos ângulos da mandíbula.
● Coloque os polegares sobre a parte anterior da mandíbula e tracione deslocando
o mento para a frente sem movimentar a cabeça.
● Em caso dos lábios se fecharem afaste-os com os dedos.

Inclinação da Cabeça e Elevação do Mento


Inclinação da Cabeça e Elevação do Mento

A inclinação da cabeça e elevação do mento é a técnica mais recomendada
para abertura de VVAA sem instrumentos e pode ser usada em situações de trauma
após 3 (três) tentativas sem sucesso com a tração
da mandíbula:
● Com uma das mãos apóie na testa da vítima
e exerça uma pequena tração para trás, fazendo
uma pequena extensão do pescoço;
● Ao mesmo tempo que você apóia a mão
na testa com a outra mão faça uma pinça com
os dedos elevando o queixo e abrindo-o;
● Caso o ar não passe tente estender um
pouco mais o pescoço e procure por OVACE a
cada procedimento.

Ventilação

Ventilação

Após a abertura das VVAA, analise a respiração da vítima usando o método
do Ver-Ouvir-Sentir. Este exame não deve demorar mais do que dez segundos, se constatar
que não há respiração, ou a respiração é inadequada (respirações agônicas), ou ainda,
você não tem certeza se a respiração é adequada; inicie as ventilações artificiais.